Porque em todo o mundo se ouve falar dos metros de Nova York. Dos centímetros, não.
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Talvez os metros possam ser convertidos em quilômetros; mas não em centímetros - sentimentos mínimos e ímpetos infinitos. Porque a gente está acostumado com a maioridade, até mesmo ao querer mudar o mundo. Mas que mundo mesmo? Viver a minoridade. Amar os restos - e quiçá os insetos mais do que os mísseis. Ver as coisas mijadas de orvalho. Ser "menor" sem "ser". Menor. Viver em centímetros - viver o que não tem medida, nem nunca terá.

3 de janeiro de 2011

Oh, ceus de Nova York, como farei para levar-vos pro ceu?

Mas, Quintana, eu tambem gostaria de levar para o ceu os ceus de Porto Alegre - e do Rio de Janeiro, e' claro. E muitos outros ceus que hao de vir.





2 comentários:

  1. o céu me impressiona muito. ele é igual ao mar, só que em cima. como se a gente estivesse na faixa que sobra entre o céu e o mar. queria desenhar pra tu entnder como eu enxergo isso. mas enfim. tire mais fotos do céu. o teto.
    lindas fotos. todas!

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