Porque em todo o mundo se ouve falar dos metros de Nova York. Dos centímetros, não.
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Talvez os metros possam ser convertidos em quilômetros; mas não em centímetros - sentimentos mínimos e ímpetos infinitos. Porque a gente está acostumado com a maioridade, até mesmo ao querer mudar o mundo. Mas que mundo mesmo? Viver a minoridade. Amar os restos - e quiçá os insetos mais do que os mísseis. Ver as coisas mijadas de orvalho. Ser "menor" sem "ser". Menor. Viver em centímetros - viver o que não tem medida, nem nunca terá.
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Talvez os metros possam ser convertidos em quilômetros; mas não em centímetros - sentimentos mínimos e ímpetos infinitos. Porque a gente está acostumado com a maioridade, até mesmo ao querer mudar o mundo. Mas que mundo mesmo? Viver a minoridade. Amar os restos - e quiçá os insetos mais do que os mísseis. Ver as coisas mijadas de orvalho. Ser "menor" sem "ser". Menor. Viver em centímetros - viver o que não tem medida, nem nunca terá.
26 de abril de 2011
"E desespera tudo em flor."
Tulipas de cores no Central Parque. Primavera em Nova York. Dá pra sentir pelas ruas a promessa da nova estação, que já começa a se desesperar em algumas flores.
14 de abril de 2011
10 de abril de 2011
sobre paredes, sob vidros.
Saindo do MOMA encontro a vitrine e se confunde os limites das silenciosas paredes dos museus e dos reflexos do vidro da loja - mas a confusão é coerente pois é Nova York...
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